Seguindo pelo Sul da França, deixando o mar da Costa Azul e adentrando (muito pouco) no interior, chegamos na região conhecida como Provence. Usamos como base a cidade de Aix en Provence, conhecida como a cidade das fontes e dos estudantes (há uma grande Universidade ali), terra de Cezane (é possível seguir os passos do artista, através de simbolo cravados no asfalto que nos levam aos lugares frequentados pelo artista, inclusive seu atelier). Partindo de Aix en Provence visitamos a romana “Arles” (tem até um mini coliseum), linda e bucólica, com seus realejos, onde Van Gogh pintou várias obras com girassóis. Em Arles, ele fez o único quadro que conseguiu vender durante toda sua vida : A Vinha Encarnada. Foi em Arles também que Van Gogh morou com Paul Gauguin, fundando um centro artístico naquela região. Também foi em Arles que Van Gogh cortou a orelha, depois que Gauguin retornou para Paris. Mas esse episódio trágico definitivamente não combina com as cores e o astral de Provence.
Ainda na Provence, a região do Luberon é imperdível. Visitamos Gordes, Mernerbes e Lacoste, pequenas cidades (seriam vilarejos?) que formam o Luberon, terra de piquiniques e de encantos.
Ainda na estrada avistamos Gordes, não deu para evitar a surpresa … paramos e descemos do carro para admirar a cidade construída em pedra, com janelas coloridas e flores salpicantes, encarapinhada na colina … e eu que pensava que construção em morro fosse favela … Gordes é simplesmente linda, com seu bistro na praça central, a fonte, as flores, o artesanato local, as especiarias e ervas e a vista deslumbrante dos vinhedos e das plantações de alfazema, as cores da Provence. Menerbes segue o mesmo estilo, mas em tamanho menor, também é imperdível. Lacoste tem um ar de mistério, ainda guarda as ruínas do castelo do terrível Marques de Sade, vale a visita.
Provence deve ser visitada e saboreada com todos os sentidos, é uma mistura de cores, de aromas, de pães, azeite e vinho de mesa, as construções em pedra, em tons de ocre, contrastam com as janelas sempre coloridas, emolduradas por flores, é o lugar ideal para construir um jardim, sentar no banco da praça e deixar a vida passar …
Deixamos Provence e finalmente, entramos no País Cátaro… rumo a Carcassone!
Olá!
Compartir as experiências é sempre de grão ajuda.
Algumas imagens me surpreenderam!
Chamou-me a atenção o título “ O início: Paixão Cátara”
Se o seu interesse pelos mistérios dos “Bons homens”- os perfeitos- continuar
Recomendo ler o livro traduzido do original francês “ Lê chemin du Saint-Graal” “ No Caminho do Santo Graal” escrito pelo falecido Sr. Antoine Gadal, reconhecido como ultimo guardião dos antigos santuários de Ussat-Orlanac e patriarca da antiga fraternidade Cátara.
Maiores informações é possível obtê-las no site: http://www.rozenkruis.nl/landen/landen
Ou http://www.rosacruzaurea.org.br
Como continua a experiência no País Cátaro… rumo a Carcassone!?
Deteve-se na parte mais importante da narração…
; )
Cordialmente
Bk.
Por: Bk em 17/04/2010
às 2:47
Olá,
Obrigada pelas indicações de leitura. Meu interesse pelos “bons homens” se intensificou com a viagem. Na cidade de Minerve, no País Cátaro, ainda parece que eles estão entre nós … atualmente estou lendo “Os Cátaros e a Heresia Católica”, de Herminio C. Miranda, muito bom. Precisei organizar os sentimentos para continuar a narrativa à partir de Carcassone, mas já já estará on line.
Por: wgadv em 18/04/2010
às 1:06